VISITANTES DE UM PARQUE URBANO ORIUNDO DE ÁREA DEGRADADA PELA MINERAÇÃO: PERFIL E PERCEPÇÃO AMBIENTAL

  • Samantha Marx de Castro UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Maria Santina de Castro Morini, Dra. UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Victor Hideki Nagatani UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Irailde Ferreira dos Santos UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Luís Ramon Alvares UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Maria Santina de Castro Morini, Drª UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Tatiana Ribeiro de Campos Mello, Drª UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES
  • Luci Mendes de Melo Bonini, Drª UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

Resumo

A evolução dos problemas ambientais enfrenta diversas facetas, entre elas os desafios dos impactos advindos da mineração, mais especificamente dos portos de areia em áreas urbanizadas. Este estudo tem como objetivo caracterizar o perfil do visitante de um parque urbano oriundo de uma área de extração de areia às margens do Rio Tietê, na Região Metropolitana de São Paulo. Trata-se de pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa, de corte transversal. Os dados foram coletados no período de 20 de agosto a 20 de novembro de 2019. Participaram da pesquisa 69 frequentadores, sendo a maioria pertencente ao município de Mogi das Cruzes. Os resultados demonstraram que as áreas verdes no parque são os elementos que mais chamam atenção dos visitantes e são usadas como fonte de entretenimento e lazer. Em relação ao parque ter sido uma área mineração, constatamos que a maioria das pessoas não tinha conhecimento sobre o histórico de uso do solo. Os visitantes acreditam que a transformação do local em um parque urbano foi uma ótima escolha e está sendo largamente utilizado pela população, tanto de Mogi das Cruzes como de cidades vizinhas.  

Publicado
Abr 10, 2020
Como Citar
CASTRO, Samantha Marx de et al. VISITANTES DE UM PARQUE URBANO ORIUNDO DE ÁREA DEGRADADA PELA MINERAÇÃO: PERFIL E PERCEPÇÃO AMBIENTAL. South American Development Society Journal, [S.l.], v. 6, n. 16, p. 164, abr. 2020. ISSN 2446-5763. Disponível em: <http://www.sadsj.org/index.php/revista/article/view/296>. Acesso em: 04 jun. 2020. doi: http://dx.doi.org/10.24325/issn.2446-5763.v6i16p164-178.