MATRIZ E FILIAIS: ESTRATÉGIAS PARA MANTER A SINERGIA DO GRUPO

  • Ana Paula Santos Resende UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA (UNOESTE)
  • Flavia Natalia Duarte UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA (UNOESTE)
  • Lechan Colares-Santos UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA (UNOESTE)

Resumo

O Brasil, país de dimensões continentais, apresenta em seu vasto território características distintas que impactam direta e indiretamente no perfil da demanda, além de diferentes infraestruturas que determinam estratégias distintas de acordo com a região nas qual está instalada cada unidade de negócio. Tal cenário exige das organizações o desenvolvimento de diferentes unidades de negócios para suprir a demanda de cada região. Nesse sentido, esse estudo buscou contribuir com as empresas que se enquadram nesse cenário, identificando quais são as os custos que as organizações incorrem para atender as necessidades de cada região brasileira e ao mesmo tempo que garantem que os membros da empresa estejam sincronizados com os mesmos objetivos, unidos na mesma sinergia. O estudo adotou uma abordagem qualitativa, subsidiada por pesquisa exploratória e de campo, realizada por meio de entrevista face a face com supervisores de empresas que se enquadram no cenário estudado. A fundamentação teórica foi baseada na Teoria de Agência. Os resultados demonstram que os custos gerados para manter sinergia entre matrizes e filiais tem relação com os custos de transação, nomeadamente para Teoria da Agência como monitoramento e incentivo. A limitação do estudo reside na impossibilidade de generalização dos achados, uma vez que a amostra consiste em apenas duas empresas. Este artigo tem uma ampla plataforma teórica para futuras pesquisas, sendo possíveis novas descobertas por intermédio de pesquisas aprofundadas em empresas que apresentam esse modelo de negócio.

Publicado
Dez 18, 2018
Como Citar
RESENDE, Ana Paula Santos; DUARTE, Flavia Natalia; COLARES-SANTOS, Lechan. MATRIZ E FILIAIS: ESTRATÉGIAS PARA MANTER A SINERGIA DO GRUPO. South American Development Society Journal, [S.l.], v. 4, n. 12, p. 196, dez. 2018. ISSN 2446-5763. Disponível em: <http://www.sadsj.org/index.php/revista/article/view/153>. Acesso em: 20 jan. 2019. doi: http://dx.doi.org/10.24325/issn.2446-5763.v4i12p196-212.